O mar é assim.... conforta e afaga
O som das suas ondas embala
Perco-me infinitas vezes a olhar para o seu horizonte azul
de azul que acalma.
No mar encontro a paz que procuro
e nele perco-me e encontro-me
Assim infinitas vezes.......numa infinita paz
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O mar
terça-feira, 26 de junho de 2007
Yuri

Ao meu eterno companheiro...o que não fala:)) mas que diz tanto
Ao meu cão que preenche os meu dias de solidão
Ao meu cão que sente e vive comigo todos os momentos
que chora comigo que pula quando sorrio
Ao meu cão pelas suas travessuras :)
Ao meu cão yuri
(este cão é tão mimado que tem medo: de fios de internet, de portáteis, de trovoadas, foguetes de festas populares, de bandas a passar na rua..enfim uma delicia:D)
Desabafo
Ser adulto é complicado!!! além de termos preocupações existenciais que ocupam um bom bocado da nossa mente com inúmeras interrogações de respostas quase nulas ou imperfeitas. Existe sempre pessoas que julgam não possuíram não só as nossas imponentes preocupações como têm ainda o prazer de distribuírem o seu tempo da seguinte maneira:
Metade do tempo é utilizado
a tentar " foder" a vida aos outros
e o outro pouco tempo que lhes restam
a julgarem que são "inteligentes"
Metade do tempo é utilizado
a tentar " foder" a vida aos outros
e o outro pouco tempo que lhes restam
a julgarem que são "inteligentes"
domingo, 24 de junho de 2007
O quiosque da Marina
Marina era uma adolescente que como tantas outras, a curiosidade sobre problemas da puberdade perseguíam os seus pensamentos, e todos os dias dirigia-se a um quiosque de revistas e jornais, gostava de estar informada, sobre coisas do mundo e do seu país. Lia muito, a leitura preenchia os seus dias vazios.
O vendedor do quiosque era um jovem simples, com um brilho no olhar e um sorriso sincero. Todos os dias ela passava, parava, ele olhava-a e contemplava-a e assim cresceu uma amizade ocasional.
Certo dia o jovem deu-lhe um pedaço de papel, nele estava, com tinta preta, algumas palavras escritas, ela leu, sorriu, agradeceu...
O tempo passou, a Marina já não mais passava pelo quiosque. Passaram-se anos, Marina já não era uma adolescente e sim uma mulher, as suas preocupações e dúvidas tornaram-se complexas. Marina era agora uma mulher bem sucedida que vivia a um ritmo alucinado entre a sua profissão, os amores inacabados.....inexplicáveis...insatisfeitos e a solidão.
Lembrou-se do quiosque, do jovem e do pequeno papel. Chegou a casa, despiu o casaco, hesitou....pôs a mão à cabeça com um ar penoso, cansado, mas dirigiu-se até ao seu armário onde tinha uma caixa velha, abriu e viu o pedaço de papel amarelado pelo tempo pegou-o e leu
Marina:
Existe uma beleza física, beleza passageira do corpo, mistura do natural e do artificial.
é bom procurar "sem exageros" a beleza sadia do nosso corpo, porém a beleza física é apenas uma pequena parte da beleza total da pessoa. Murcha rapidamente e tem curta duração.
Existe uma beleza duradoura, sempre cativante, é a beleza do nosso universo interior, do nosso coração da nossa inteligência. do nosso espírito. Sem a beleza interior, a beleza do corpo é uma máscara vazia..a beleza autentica é uma mistura "inteligente" da beleza do espírito e da beleza do corpo, a prioridade pertence a beleza do espírito
Tu és bela física e espiritualmente.
Uma lágrima rolou-lhe pelo rosto, o significado era agora também mais complexo, no entanto de maior valor.
Voltou a guarda-lo.
Foi para o quarto, ligou o leitor de CD....
O vendedor do quiosque era um jovem simples, com um brilho no olhar e um sorriso sincero. Todos os dias ela passava, parava, ele olhava-a e contemplava-a e assim cresceu uma amizade ocasional.
Certo dia o jovem deu-lhe um pedaço de papel, nele estava, com tinta preta, algumas palavras escritas, ela leu, sorriu, agradeceu...
O tempo passou, a Marina já não mais passava pelo quiosque. Passaram-se anos, Marina já não era uma adolescente e sim uma mulher, as suas preocupações e dúvidas tornaram-se complexas. Marina era agora uma mulher bem sucedida que vivia a um ritmo alucinado entre a sua profissão, os amores inacabados.....inexplicáveis...insatisfeitos e a solidão.
Lembrou-se do quiosque, do jovem e do pequeno papel. Chegou a casa, despiu o casaco, hesitou....pôs a mão à cabeça com um ar penoso, cansado, mas dirigiu-se até ao seu armário onde tinha uma caixa velha, abriu e viu o pedaço de papel amarelado pelo tempo pegou-o e leu
Marina:
Existe uma beleza física, beleza passageira do corpo, mistura do natural e do artificial.
é bom procurar "sem exageros" a beleza sadia do nosso corpo, porém a beleza física é apenas uma pequena parte da beleza total da pessoa. Murcha rapidamente e tem curta duração.
Existe uma beleza duradoura, sempre cativante, é a beleza do nosso universo interior, do nosso coração da nossa inteligência. do nosso espírito. Sem a beleza interior, a beleza do corpo é uma máscara vazia..a beleza autentica é uma mistura "inteligente" da beleza do espírito e da beleza do corpo, a prioridade pertence a beleza do espírito
Tu és bela física e espiritualmente.
Uma lágrima rolou-lhe pelo rosto, o significado era agora também mais complexo, no entanto de maior valor.
Voltou a guarda-lo.
Foi para o quarto, ligou o leitor de CD....
Respirou a música e adormeceu serenamente
quinta-feira, 21 de junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Pensamento.....II
Hoje cheguei a casa e tive a ler e a reler o meu próprio post " A paz interior é um privilegio dos que se desprendem do mundo", desculpem a franqueza mas achei-o meio estúpido:) e explico-vos porque: ninguém pelo menos na sua sã consciência :) poderá alguma vez desprender-se do mundo pelo menos no sentido lato da palavra "mundo" ninguém pode se alienar dos problemas, da beleza sensações, relações, magia...e tudo o mais de bom ou de mau que esse mesmo "mundo" nos oferece...
Pensei.....já devia estar a dormir quando tive este brilhante pensamento:)).
Porque ricos são aqueles que conseguem e sustentam a sua própria paz interior....
encontrem-na e cultivem-na
Pensei.....já devia estar a dormir quando tive este brilhante pensamento:)).
Porque ricos são aqueles que conseguem e sustentam a sua própria paz interior....
encontrem-na e cultivem-na
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